Compositor: Não Disponível
Quando eu afiar a Minha espada reluzente
E Minha mão a empunhar em juízo
Tomarei vingança dos Meus adversários
O céu se incendeia – os céus rugem
A lâmina da justiça tem sede de guerra
Rios carmesins, o clamor do trovão
Os ímpios tremem – os soberbos cairão
Eu sou o fogo na tempestade
A mão da ira – a lei renascida
Espada reluzente, os céus estremecem
Flechas embriagadas de sangue Eu tomo
A vingança arde, a terra verá
Ninguém permanece contra Mim
A terra convulsiona, as estrelas se desfazem
Todo ídolo é varrido
Suas línguas de mentira, agora gritos silenciados
A justiça corta sonhos caídos
Quando eu afiar a Minha espada reluzente
E Minha mão a empunhar em juízo
Retribuirei aos que Me odeiam
Que Me odeiam
Aço e chama, o céu sangra em vermelho
Os gritos dos perdidos, as palavras outrora ditas
A misericórdia se esvai sob o dilúvio
Minhas flechas, embriagadas de sangue
Espada reluzente, os céus estremecem
Flechas embriagadas de sangue Eu tomo
A vingança arde, a terra verá
Ninguém permanece contra Mim